quinta-feira, 29 de julho de 2010

SÍTIO OFICIAL DA CMP NA INTERNET A CERCA DE UM MÊS FORA DE SERVIÇO

Depois de uns tempos a funcionar com intermitência o sitio da CMP na internet está fora de ar a cerca de um mês. Qualquer munícipe que por estes dias procurar informações ou contacto com a nossa autarquia através das novas tecnologia vai bater com o nariz na porta pois o mesmo se encontra mais uma vez fora de serviço e sem qualquer informação sobre quando é que voltará a estar no ar.
É a solução no seu melhor!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

GAMBOA GAMES: NOVAS ROUPAGENS E NOVAS CAMUFLAGENS

A CMP anunciou o arranque oficial, na última quarta-feira, do programa de verão para os jovens.
O programa promete uma grande concentração de jovens em actividades no Estádio da Várzea, na Quebra-canela, nos polivalentes, trio eléctrico com muito barulho nas ruas, batucadas e actuação de artistas até 15 de Setembro.
Nós concordamos plenamente com a tentativa diversificação de ofertas de ocupação de tempo livre, com a ideia de descentralizar as actividades lúdicas e recreativas por vários bairros da capital, etc.
Mas em quê que estas actividades diferem do que se fazia antes no âmbito do programa Gamboa Games?
Qual é a diferença entre organizar actividades desportivas e/ou culturais na Quebra canela, no largo da Várzea ou na Gamboa?
De que forma (ou com que formula mágica) estas actividades contribuem para uma maior coesão social e integração dos jovens?

quarta-feira, 21 de julho de 2010

CONVITE GRUPO PARLAMENTAR DO PAICV

O Grupo Parlamentar do PAICV tem a honra e o prazer de convidá-lo(a) a participar na Jornada Temática sobre “Qualificação, Emprego e Coesão Social”, a realizar-se no dia 23 de Julho, sexta feira, pelas 16H15, no salão de Banquetes da Assembleia Nacional.

Participe!
R.S.F.F.
Tel.: 2608184\2608035

terça-feira, 20 de julho de 2010

DEPUTADOS DO PAICV VISITAM OBRAS GOVERNAMENTAIS E MUNICIPAIS

No âmbito da preparação do debate sobre o estado da Nação, a ter lugar nos finais deste mês no Parlamento, os Deputados do PAICV têm programado um conjunto de visitas a serviços, obras e projectos sob a alçada do Governo e dos Municípios.

Neste sentido, uma delegação, chefiada pelo Líder Parlamentar, Dr. Rui Semedo e composta pelos Deputados António Fernandes (vice-presidente), Eva Ortet, Ernesto Che Guevara e Antero Teixeira visitou a ilha de Fogo nos dias 14 e 15 de Julho com a finalidade de se inteirarem dos investimentos na ilha promovidos pelo Governo, pelas Autarquias Locais e pelas ONG’s.

Durante estes dois dias de permanência a delegação participou de visitas guiadas, que contaram também com a participação dos Srs. Presidentes das três Câmaras Municipais (São Filipe, Mosteiros e Santa Catarina), e manteve encontros de trabalho com os representantes dos serviços desconcentrados do Estado e representantes das empresas responsáveis pelas execuções das infra-estruturas em curso na ilha.

Neste momento, estão em curso diversas obras na Ilha do Vulcão, designadamente o alargamento da pista do Aeroporto de São Filipe em mais 300 metros, a Circular da Ilha, a Escola Secundária de Santa Catarina, etc. o que demonstra o bom momento que o Fogo atravessa em termos de investimentos.

Dando prosseguimento ao seu programa de visitas, hoje de manhã os eleitos da Nação estiveram no local de implantação da Central fotovoltaica de Palmarejo Grande, cuja potência instalada será de cinco Megawats (MW).

Recorda-se que, no acto de lançamento da primeira pedra para o arranque desta infra-estrutura, o primeiro-ministro, José Maria Neves, realçou que até ao fim de 2011 Cabo Verde terá 25% de produção proveniente das fontes de energias renováveis.

PRAÇA RUBERA (OU DE CALABACEIRA) EM COMPLETO BANHO-MARIA

Dois meses depois do lançamento da primeira pedra para a construção da Praça Rubera (orçado em 21 mil contos) tudo continua na mesma, ou seja, as obras ainda não arrancaram.
Trata-se de um projecto que mereceu uma enérgica reacção dos jovens locais em relação à má localização da mesma e ao facto de não servir a população de Calabaceira

segunda-feira, 19 de julho de 2010

SÍTIO OFICIAL DA CMP NA INTERNET NOVAMENTE FORA DE SERVIÇO

Qualquer munícipe que por estes dias procurar informações ou contacto com a nossa autarquia através das novas tecnologia vai bater com o nariz na porta pois o mesmo se encontra mais uma vez fora de serviço, há mais de uma semana, e sem qualquer informação sobre quando é que voltará a estar no ar.
É a solução no seu melhor.

MUNICIPIO DE SÃO SALVADOR DO MUNDO


sexta-feira, 16 de julho de 2010

CMP QUER PASSAR A COBRAR ESTACIONAMENTO NA CAPITAL

A Câmara Municipal da Praia assinou ontem, quarta-feira, um protocolo de cooperação com a EMEL (Empresa de Estacionamento de Lisboa), tendo como objectivo aproveitar a experiencia desta empresa municipal Portuguesa na gestão de parques de estacionamento pagos.
Portanto tudo indica que brevemente vamos passar a pagar caso queiramos estacionar as nossas viaturas no centro da Cidade.
A CMP tem que (sem rodeios) assumir que a principal questão em jogo nesta assinatura de protocolo é precisamente encontrar formas de por os praienses a pagarem parquímetro sem grandes contestações.
Do nosso ponto de vista a assinatura deste protocolo só deveria acontecer depois da Instalação e empossamento do conselho de administração da PRAIANIMA.
Não compreendemos porquê que a CMP desistiu da ideia de criar a referida empresa municipal depois desta já ter sido apresentada, discutida e aprovada pela Assembleia Municipal.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

CONVITE GRUPO PARLAMENTAR DO PAICV

O Grupo Parlamentar do PAICV, no âmbito da preparação do debate sobre o estado da Nação, tem a honra de convidar V. Excia a tomar parte na Jornada Temática sobre “ O Desenvolvimento do Sector Energético”, dia 19 de Julho (Segunda Feira), pelas 16H15, no Salão de Banquetes da Assembleia Nacional.

A sua presença é indispensável!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

COMUNICADO DA JPAI-PRAIA

A Direcção da Comissão Concelhia da JPAI-Praia convocou a imprensa para em jeito de balanço, após dois anos de funções dos ventoínhas na capital, denunciar o marasmo e a falta de soluções desta autarquia para com a juventude praiense.
Em todos os bairros das nossas periferias os jovens têm exigido a construção de mais espaços de lazer, mais complexos desportivos e culturais, mais apoio às iniciativas locais, a descentralização do poder com as prometidas delegações municipais, etc, etc.
Paradoxalmente, a Câmara da Praia tem optado por destruir as poucas opções existentes na cidade, deixando o parque desportivo ainda mais pobre. O Estádio do Côco é um exemplo flagrante da forma como a edilidade, sob o comando do senhor Ulisses Correia e Silva, vem gerindo o município da Praia.
Outrossim, até agora não há novas e nem sinais do prometido campo de futebol a ser construído na localidade de Palmarejo para que os jovens desses bairros pudessem praticar desporto.
Infelizmente, estamos perante uma Câmara ainda sem norte, uma Câmara que prometeu muito e nada tem feito para a juventude praiense.
Neste ponto cabe-nos colocar as seguintes questões:
- Será que esses jovens, fora do período das campanhas eleitorais, não contam para a Câmara do MpD na Praia?
-Ou devem ir correr arcos de arame como o seu partido dissera outrora?
- Onde estão o pacote de promessas feitas aos jovens desse município?
Sem respostas para estas questões, os jovens nos vários bairros da Capital têm a certeza de que foram enganados e relegados para segundo plano. Por isso, esperam e desesperam pelo tal “novo estilo de liderança”, cujo um dos vectores consiste em “estabelecer uma relação responsável com a juventude praiense e trabalhar para aumentar as oportunidades de formação, emprego e de acesso aos bens culturais, de desporto e lazer”.
Também apraz-nos perguntar, para quando será reconstruída a praça do Palmarejo? É que os moradores e os jovens que frequentam essa praça têm direito a um lugar condigno para diversão e convívio. Deveras os jovens dessa localidade aguardam pacientemente uma nova praça conforme o prometido pela Câmara Municipal da Praia.
De igual forma, os jovens de Calabaceira perguntam pela Praça que o próprio Presidente Ulisses Correia e Silva, por desprezo ou desorientação por nada ter feito até agora, chamou de “Praça da Ribeira”, tendo em conta as reacções da população, reclamando da falta de condições do local escolhido para a construção. Isso reflecte a falta de políticas dessa Câmara direccionadas à população deste município e dos jovens em geral.
Ao invés de traçar políticas atractivas para a juventude, a Câmara do MpD na Praia continua com a sua política assaz de perseguir as jovens “rabidantes”, peixeiras e condutores de Hiaces que deambulam pela cidade, na tentativa de ganharem, honestamente, o sustento das suas famílias.
Sr. presidente da câmara:
A JPAI estará sempre ao lado dos jovens e desportistas da Várzea, da Achadinha e de outras localidades do Município, na defesa do património desportivo de valor incalculável para a nossa cidade.
A contratação de uma instituição estrangeira para efectuar um estudo de impacto social e comercial, no valor de sete mil contos, do novo mercado a ser construído, é apenas mais uma prova da desorientação desta Câmara que tenta justificar publicamente o porquê da não requalificação do actual mercado do Sucupira, em vez da construção de raiz de um novo mercado na zona da Várzea.
O concelho municipal da Juventude, que pretendia ser “um instrumento de participação dos jovens na política de juventude e na avaliação e controlo da sua execução”, tem sido uma completa nulidade, sem meios e sem legitimidade perante as associações juvenis da Praia.
Enfim, dois anos se passaram e, praticamente, todas as promessas continuam incumpridas.
Preocupa-nos ainda o facto do sr. utilizar linguagem arruaceira e belicista (tanques e bazucas), em tempo de incentivo à cultura da paz e, sinceramente, ficamos sem entender quando fala em medidas para aumentar as oportunidades de emprego dos jovens e, no entanto, uma das primeiras medidas que tomou como presidente da câmara foi o de despedir jovens chefes-de-família dos seus postos de trabalho.

Praia, 12 de Julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

CÂMARA DA PRAIA: HIPOTECA É SOLUÇÃO?

A câmara Municipal da Praia anunciou há poucos dias que conseguiu o financiamento de que precisava para renegociar as dívidas antigas da edilidade, juntos das duas bancas comerciais, Banco Comercial do Atlântico, BCA e Caixa Económica de Cabo Verde, CECV, dívidas essas que datam da década de noventa quando o MpD esteve a governar o município, por um lado, e, por outro, para construir o novo mercado municipal na zona do actual estádio do CoCo, na Várzea.
Até aqui tudo bem. Mas o mais importante e que enche a qualquer de curiosidade é saber se forem feitos os estudos técnicos sobre a viabilidade económica e financeira, o mercado e o impacto social que justifiquem esse financiamento.
Pelo que tudo indica, a Câmara do MpD na Praia apenas vai poder renegociar parte das dívidas acumuladas e não todas como se esperava. Neste sentido, é legitimo perguntar se a Câmara pretende concentrar todas as dívidas num único banco e, portanto, liquidar as dívidas que tem com o outro banco, que também datam da década de noventa. De realçar que o empréstimo obrigacionista conseguido foi de 450.000.000.00 (quatrocentos e cinquenta milhões de escudos) dos quais 200.000.000.00 (duzentos milhões de escudos) destinam-se a renegociar as dívidas acumuladas pelo MpD na Câmara da Praia e 250.000.000.00 (duzentos e cinquenta milhões de escudos) será, em princípio, para a construção do novo mercado municipal conforme prometido, pelo edil da Praia, Ulisses Correia e Silva.
O relatório de auditoria realizado pela empresa “Price Waterhouse”, fala de dívidas da Câmara da Praia, dividas essas que datam da década de noventa, num montante de 430.004.000.00 (quatrocentos e trinta milhões e quatro mil escudos), sendo 337. 895.000.00 (trezentos e trinta e sete milhões e oitocentos e noventa e cinco mil escudos) para com o, BCA, e 92.104.000.00 (noventa e dois milhões, cento e quatro mi escudos) para com a CECV. Convém precisar que os juros de mora, por exemplo do BCA, ascendem a 102.000.000.00 (cento e dois milhões de escudos), aproximadamente, e podem ser eventualmente perdoados caso a Câmara cumpra escrupulosamente o pagamento das prestações acordadas.
Sendo assim, pese embora o volume das dívidas, apenas 200.000.000.00 (duzentos milhões de escudos) vão ser afectos à reestruturação e negociação das dívidas herdadas da década de noventa, o que significa que 230.004.000.00 (duzentos e trinta milhões e quatro mil escudos) continuarão todavia em divida e por se regularizar. Os juros voltar-se-ão a disparar, caso a Câmara não cumpra o acordado e, como corolário, as dívidas aumentar-se-ão novamente.
Como é que a Câmara do MpD na Praia vai “ gerir e digerir” as dívidas ainda não se sabe, mas o certo é que não vai ser nada fácil. Nesta perspectiva, face ao empréstimo obrigacionista a dívida da Câmara passa de 430,004.000.00 (quatrocentos e trinta milhões e quatro mil escudos) milhões de escudos, aproximadamente, para 680.004.000.00 (seiscentos e oitenta milhões e quatro mil escudos), dos quais 230.004.000.00 (duzentos e trina milhões e quatro mil escudos) datam da década de noventa, após a renegociação das dívidas, e 450.000.000.00 (quatrocentos e cinquenta milhões de escudos) contraídas agora com o empréstimo obrigacionista . Assim, é legitimo questionar se a Câmara está ou estará em condições para assumir os seus compromissos financeiros advenientes desses empréstimos?
Uma leitura atenta do Relatório e Contas da Câmara da Praia, (ver as demonstrações de resultados (Modelo 2) de cada exercício) nesses dois últimos dois anos, deixa claro que a edilidade praiense não tem conseguido libertar recursos e muito menos segregar rendimentos. Por conseguinte tem deixado de assumir os seus compromissos financeiros, sobremaneira os junto das bancas. Por outro lado, as taxas de realização dos investimentos programados nos orçamentos dos anos de 2008 e 2009, traduzem a precária saúde económica e financeira do Município.
Outrossim, perante a notícia tornada pública num dos jornais da praça, segundo a qual Câmara vai encomendar ou já encomendou, a uma empresa estrangeira, um estudo para avaliar o impacto social e comercial do mercado a ser construído, é de se questionar por que só agora, Segundo rumores que circulam pelo burgo, o custo desse estudo anda à volta dos 7.000.000.00 (sete milhões de escudos). Que empresa mais felizarda! Pena é que esse montante vai sair dos bolsos dos munícipes.
O mais ridículo disso é que só agora é que se vai avaliar e medir o impacto ambiental desse mercado e quiçá os riscos adjacentes a esse mercado e ainda o seu potencial comercial. Se esse estudo detectar que a construção desse empreendimento nesse local possui riscos enormes por um lado, e por outro, se o impacto comercial vier a aconselhar alguma prudência, o que fazer? A Câmara suspenderá a construção desse mercado para respeitar os estudos? Ou será que o montante para o mercado será empregue num outro empreendimento. E quanto ao estudo de viabilidade económica e financeira desse futuro empreendimento, foi feito? Não vale a pena?
Na verdade, qualquer estudo é recomendado nas fases iniciais e não nesta altura do campeonato em que o financiamento já está garantido e as obras prestes a começar. Evidências de uma má gestão. Ainda sobre o futuro mercado da Praia, convém lembrar que a Assembleia Municipal da Praia teria aprovado a contratação de um empréstimo obrigacionista no valor de 600.000.000.00 (seiscentos milhões de escudos) e não de 450.0000.000.00 (quatrocentos milhões de escudos). O que terá acontecido? Que explique quem de direito.
Perante esse cenário duvidoso, a hipoteca do património camarário, durante longos anos, é a solução, já que a edilidade não tem dado sinais de poder gerar receitas próprias para fazer face aos seus compromissos. Ontem, na década de noventa, foi a Câmara do MpD, que teria fechado as portas junto das bancas comerciais sedeadas no país devido a empréstimos contraídos e não honrados até hoje e consequentemente hipoteca de vários patrimónios do município, nomeadamente o mercado do “Sucupira”, “Matadouro” em Achada São Felipe e o edifício situado no “Plateau”, ao lado da Embaixada dos Estados Unidos de América. Hoje é outra vez a Câmara do MpD, agora liderada por Ulisses Correia e Silva, que contrai um empréstimo obrigacionista no montante de 450.000.000.00 (quatrocentos e cinquenta milhões de escudos). Se a este montante acrescentar os 230.004.000.00 (duzentos e trinta milhões e quatro mi escudos) das dívidas da década de noventa, leva com que as dívidas actuais da Câmara da Praia passe para cerca de 680.004.000.00 (seiscentos e oitenta milhões e quatro mil escudos). Esta á e sina da Câmara da Praia com o MpD no poder. Mas que fazer!
Euclides Eurico Nunes de Pina

segunda-feira, 12 de julho de 2010

FESTA DE FINALISTAS NAS ESCOLAS DA CAPITAL

Com o fim das actividades lectivas, as cerimónias de imposição de fitas aos alunos finalistas vem ocupando os fins-de-semana em todas as Universidades, Escolas Secundárias, Básico e Jardins da Capital.
Os eleitos municipais do PAICV desejam a todos os alunos sucessos no futuro.

sábado, 10 de julho de 2010

BOAVISTA DA PRAIA SAGRA-SE CAMPEÃO DE CABO VERDE EM FUTEBOL

Pelo segundo ano consecutivo a final do Campeonato nacional de futebol foi disputada entre duas equipas da capital.
Desta vez o Sporting da Praia não conseguiu revalidar o título frente a um Boavista forte, moralizado e que conseguiu vencer as duas partidas realizadas.

Os eleitos municipais do PAICV-Praia aproveitam a ocasião para parabenizar o Boavista e o futebol Praiense, que muitas alegrias nos tem dado nos últimos anos.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO DA RUA 5 DE JULHO AINDA NÃO ARRANCARAM

22 dias depois do lançamento da primeira pedra, a rua 5 de Julho ainda continua exactamente na mesma.
A CMP terá que explicar as razões de tal atraso e quando é que as obras vão arrancar.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

FELISBERTO VIEIRA APRESENTA O SEU NOVO LIVRO EM PORTUGAL

A editora Letras Várias apresenta um livro de Felisberto Vieira (Filú), “Uma Vontade de Ser Cabo Verde”, no dia 8 de Julho, pelas 19h00, no auditório da Biblioteca Municipal da Amadora, Av. Conde Castro Guimarães, 6 - Reboleira, Amadora.

Neste celebrar dos 35 anos da Independência Nacional de Cabo Verde, este novo trabalho reflecte a visão de Felisberto Vieira sobre o momento político do país e aborda os desafios de futuro que afrontam os Cabo‑verdianos.

Tal como no seu livro publicado há dois anos, “Combate por Cabo Verde”, podemos verificar nesta obra o olhar não só desse político, mas também de um sociólogo do mais firme recorte, comprometido em “estudar com ciência” a coisa cabo-verdiana.

Prefaciado por Júlio Correia, 1º Vice-Presidente da Assembleia Nacional cabo‑verdiana, lê-se, a anteceder, uma pequena mas emblemática nota de abertura assinada por Aristides Pereira, primeiro Presidente da República de Cabo Verde.

Felisberto Vieira (Filú) é presidente da comissão política de Santiago Sul (a maior região política de Cabo Verde) do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) e conselheiro político do Primeiro‑Ministro Cabo-verdiano, José Maria Neves.

Sem se distanciar da pertença ao PAICV, de que é um dos membros destacados da sua Comissão Permanente, o Autor assume nas páginas deste novo livro o seu elevado perfil de Homem do Estado e a sua interpretação pessoal sobre os Estados Gerais dos Partidos Políticos em Cabo Verde, enquanto organizações societárias e destinadas a sociabilidades para além das clássicas posições ideológicas de molde a melhor cumprirem o desígnio dos Cabo‑verdianos: a vontade de cada vez mais afirmar Cabo Verde.

De temática eclética e diversa, “Vontade de Ser Cabo Verde” compõe-se de textos já conhecidos e de textos inéditos, numa coerência de selecção em torno da dinâmica transformacional que mobiliza a sociedade cabo-verdiana.

Para além do conteúdo escrito, o livro também apresenta um álbum fotográfico que ilustra não só a intensa infra‑estruturação do Desenvolvimento a pulsar nas ilhas, mas também o capital relacional, político, social e cultural do próprio Felisberto Vieira.

Figura incontornável da contemporaneidade política de Cabo Verde, Felisberto Vieira (Filú) é um estóico cidadão presente sempre nos bons e maus momentos com a pedagogia da esperança e através do diálogo com toda a sociedade. Homem de causas, assumidamente da esquerda democrática e humanista, Filú tem deixado a sua marca indelével pelos lugares que ocupou: quer como responsável do seu Partido nas ilhas, quer como líder parlamentar nos anos 90, bem como presidente da Câmara Municipal da Praia e da Associação dos Municípios de Santiago.

O livro “Uma Vontade de Ser Cabo Verde” estará nas principais livrarias portuguesas e, brevemente, em vários mercados da CPLP, estando previstos os lançamentos no Porto, em Luanda e em Fortaleza, bem como em diversas cidades de Cabo Verde.

Para mais informações: email - info.lvarias@gmail.com; tlm. 914751551

terça-feira, 6 de julho de 2010

5 DE JULHO, CABO VERDE NAÇÃO VENCEDORA







NOSSOS LEITORES AVALIAM NEGATIVAMENTE A ÚLTIMA EDIÇÃO DO FESTIVAL DA GAMBOA

Cerca de 90% dos nossos leitores são de opinião que o festival da Gamboa 2010 foi MUITO NEGATIVO. Apenas 10% têm opinião contrária.
Para o próximo mês vamos inquirir os nossos leitores sobre que avaliação fazem dos 35 anos de independência de Cabo verde.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

COMISSÃO POLÍTICA REGIONAL DE SANTIAGO-SUL FAZ BALANÇO DA SITUAÇÃO POLÍTICA NACIONAL

A Comissão Política Regional de Santiago Sul, reunida em sessão ordinária, para além de fazer o balanço sobre a situação política regional, e de delinear as acções partidárias durante o Verão, decidiu apelar a todos os militantes, amigos e simpatizantes e a população em geral a celebrarem, com júbilo e responsabilidade, a magna data de 5 de Julho, efeméride que marca, este ano, o 35º Aniversário da Independência Nacional.

Para esta Comissão Política, Cabo Verde tem tido enormes ganhos incrementais durante toda esta trajectória histórica de País Soberano, com tónica nos primeiros quinze anos da Reconstrução Nacional e a partir de 2001, com a segunda alternância democrática, tempos em que o PAICV governou esta gloriosa República, corolário dos mais nobres sonhos do nosso imortal líder Amílcar Cabral.

Hoje, em fase de transformação para o Desenvolvimento, mas assumidamente soberano e democrático, Cabo Verde já se afirma como País de Desenvolvimento Médio e bem posicionado para o pleno cumprimento dos Objectivos do Desenvolvimento Milénio, apresentando um nível de integração internacional notável e um dos mais altos Índices do Desenvolvimento Humano do continente africano, conquistas incontornáveis do Povo de Cabo Verde, mas que carregam a enorme marca indelével da Boa Governação e da justeza das causas políticas do PAICV.

Nesta hora de celebração, exortamos aos militantes, aos amigos e simpatizantes deste nosso Partido ao empenho e à mobilização de esforços em relação às conquistas que nos desafiam o futuro próximo, tais como a erradicação do desemprego e da pobreza, bem como o aumento do crescimento e da competitividade da economia, factores determinantes para a materialização da fase transformacional de Cabo Verde, sob a liderança do Dr. José Maria Neves, Primeiro-ministro e Presidente do PAICV.

Tempo para não se perder de vista da responsabilidade histórica que impede sobre este colectivo, hoje plenamente alargado à sociedade civil e comprometido com a cidadania cabo-verdiana, de ganharmos as próximas eleições legislativas, previstas para o primeiro trimestre do próximo ano, pois, contrariamente aos nossos adversários políticos, são sérios e consequentes o nosso pacto de sociedade com os cabo-verdianos no sentido de Cabo Verde ganhar o futuro.

Para esta Comissão Política Regional, a melhor forma de comemorar e respeitar o espírito do 5 de Julho é continuar a criar mecanismos para construir a competitividade e dinamizar a economia, ganhar um desenvolvimento com responsabilidade social e ambiental e consolidar uma democracia verdadeiramente participativa, objectivos que o PAICV vem construindo nestes anos em transformação do País.

sábado, 3 de julho de 2010

SÉTIMA CARTA ABERTA AO SENHOR PRESIDENTE DA CAMARA MUNICIPAL DA PRAIA

Senhor Presidente da Câmara Municipal da Praia,
Aqui estamos mais uma vez para, de forma aberta e responsável, dialogar consigo sobre questões importantes para a vida do nosso município.
É impressionante e assustador constatar que, quando estamos a um ano e dez meses do fim do mandato, nenhuma obra de vulto, com vista à melhoria da qualidade de vida dos munícipes de toda a Cidade da Praia, foi realizada. Todos os praienses ainda têm presentes na memória e na retina as bonitas e coloridas imagens estampadas em grandes outdoors na última campanha eleitoral, prometendo um belo e risonho futuro para a Praia de 2008-12, com o esplêndido passeio pedonal na ribeira de Vila Nova até ao Paiol, passando por Lém-Cachorro; as principais ribeiras limpas e protegidas das enxurradas; o mercado do Plateau requalificado e livre da venda ambulante, etc. Infelizmente, tudo não passou de um grande “bluff”.

Aliás, o fiasco da actual Câmara em termos de realizações ficou bem patente na recente entrevista de vossa excelência num dos jornais da Capital. Questionado sobre os projectos que tem em carteira o senhor respondeu: “Estamos a querer criar a ideia que nós estamos a executar, estamos a fazer”. Um bom entendedor facilmente compreenderá que esta confissão velada do Sr. Presidente da Câmara da Praia é prova cabal que o senhor, há muito tempo, vive no reino do ilusório, do faz-de-conta, do dito sem o feito.

Senhor Presidente,
Foi com perplexidade e espanto que assistimos, no passado dia 18 de Junho, o anúncio público da contratação de uma instituição estrangeira para a elaboração de um estudo de impacto social e comercial, no valor de sete mil contos, do novo mercado a ser construído no lugar do actual estádio do Coco que o senhor teimosamente, contra tudo e todos, pretende levar avante.
Ora, se Vossa Excelência já assumiu, por diversas vezes, que a opção pela destruição do Coco é definitiva, porquê só agora encomenda um estudo de viabilidade do futuro empreendimento? Não seria mais prudente assumir qualquer posicionamento público só depois dos resultados do estudo serem conhecidos? E se eventualmente tal estudo vier a concluir que é desaconselhável a construção de um mercado nesta área? Como fica V. Excia, na fotografia?
Tal atitude configura ainda um claro desnorteamento no processo de concretização das acções camarárias, um reiterar da prática de colocar a carroça à frente dos bois, bem como, do absurdo que é começar a construir uma casa pelo tecto.
Senhor Presidente,
Todos nós assistimos com alguma satisfação o lançamento da primeira pedra, ou acto de inauguração do início das obras, (não se sabe bem ao certo que enquadramento dar) de requalificação da Rua 5 de Julho, no Plateau.
Concordamos consigo, quando afirma que se trata de um projecto “ambicioso”, que irá dar “nova cara” à cidade da Praia. Também concordamos que, se tal obra for bem-feita, valorizará o centro histórico da nossa cidade.
Mas por outro lado, também temos de questionar se vale a pena o investimento de 44 mil contos a serem aplicados em benefício dessa parte do Plateau, quando a CMP assume publicamente não ter recursos (aproximadamente quinze mil contos) para intervir na requalificação das valas da Várzea e na implementação do Programa de Emergência de Cheias? Será que é realmente este tipo de investimentos que os praienses esperam quando estamos a pouco tempo do início da época das chuvas? Será que é realmente este tipo de prioridades que a nossa autarquia deve assumir quando todas as nossas atenções deveriam estar centradas na prevenção e no combate à dengue?
Na mesma ocasião Vossa Excelência anunciou que a Cidade da Praia deverá ter em breve, parques de estacionamento pagos, com a instalação de parquímetros para controle do parqueamento de viaturas, num projecto a ser implementado em parceria com a Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa, EMEL. Parece-nos estranho uma promessa desta natureza, quando a nossa empresa municipal homóloga PRAIANIMA ainda nem sequer saiu do papel! Quem tem sido o interlocutor directo no diálogo com a EMEL? Quem vai implementar e gerir este serviço?

De todo modo, trata-se de uma área que exige soluções imediatas, pois estacionar nas ruas da Cidade da Praia (principalmente no Plateau) tem sido cada vez mais difícil, visto que o parque automóvel tem aumentado e a Câmara Municipal tem concedido espaços gratuitos a empresas e instituições, e tem esquecido dos automobilistas que diariamente se deslocam à capital para trabalhar ou resolver assuntos correntes.
Enfim, depois de dois anos de mandato ventoinha, somos obrigados a concluir que estamos perante uma Câmara alicerçada em miragens, que não tem cumprido minimamente o programa apresentado durante a campanha eleitoral, frustrando, deste modo, as expectativas mais optimistas.
Atenciosamente,

Vladmir Silves Ferreira
Líder da Bancada Municipal PAICV- Praia
http://www.bancadapaipraia.blogspot.com/

sexta-feira, 2 de julho de 2010

SECTOR SUL ORGANIZA ACTIVIDADES EM COMEMORAÇÃO DO 5 DE JULHO

O Sector Praia Sul do PAICV, tem a honra e o prazer de convidá-lo(a) participar nas actividades sócio-politica e cultural, em comemoração ao 35º aniversário da Independência Nacional, a realizar-se no dia 4/7/2010, Domingo pelas 10H00, na escola Técnica de Achada Santo António: Palestra e filmes sobre o processo da Independência Nacional e Transformação Social de Cabo Verde, seguido de almoço de confraternização e sarau cultural no largo da escola técnica.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

TERMINAL VIP DO AEROPORTO INTERNACIONAL DA PRAIA É INAUGURADO HOJE.

O novo Terminal VIP do Aeroporto Internacional da Praia vai ser inaugurado hoje pelas 10 horas e 30 minutos. O acto vai ser presidido pelo primeiro-ministro, José Maria Neves.
Trata-se uma infra-estrutura, orçada em sete milhões de dólares, composto por quatro salas independentes, sendo, uma presidencial, uma ministerial, uma para Corpo Diplomático e outra para personalidades de destaque.