
De acordo com o vereador Gilberto Silva, a implementação do referido programa exige um grande esforço na mobilização e afectação dos recursos. Por isso as intervenções deverão ser graduais, priorizando os bairros com maiores problemas e mobilizando a participação dos munícipes, das ONG's, do Governo e o engajamento dos parceiros de desenvolvimento.
Até aqui tudo bem. Mas esta equipa camarária está a inaugurar uma nova forma de actuação que não é eficaz e não garante transparência na gestão da coisa pública.
Neste contexto partilhamos da opinião do antigo presidente da Pró-praia António Ludgero Correia. O mesmo mostrou-se preocupado com algumas imprecisões deste pretenso projecto, pois mais uma vez, “não foram feitos os estudos prévios e no entanto há um orçamento. Não podemos ter o montante a ser utilizado sem saber exactamente o que vão ser feitos. Isso será um grande exercício teórico e eventualmente muito perigoso," defende Correia.
Ludgero Correia diz ainda que “a Pró-Praia vai exigir da CM quando os estudos estiverem prontos, a apresentação do que vai ser feito em concreto, justificando de que onde os recursos são escassos tem de haver uma administração muito rigorosa de cada tostão que sai”.
Também pensamos que se deve questionar até que ponto é legitimo apresentar-se propostas de projectos sem a devida garantia de financiamento apostando apenas na “política da mão estendida para o Governo”.
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